Um transplante bem feito não chama atenção para si. Ele desaparece dentro do rosto: o desenho respeita a sua idade, a densidade acompanha o que já existe, e o fio nasce na direção certa. É esse resultado — discreto, definitivo e coerente com você — que orienta cada etapa aqui.
Extração folicular unitária, sem retirada de faixa e sem cicatriz linear na área doadora.
A linha frontal é planejada no seu rosto, considerando proporção, idade e evolução da queda.
Procedimento sempre acompanhado por médico anestesista dedicado — mais segurança e conforto do início ao fim.
Médica inscrita no CRM-SP sob o número 230.696, com pós-graduação em Dermatologia pelo Instituto Superior de Medicina e Dermatologia, em São Paulo.
Sua formação em transplante capilar e em transplante de sobrancelha asiática foi feita no Hairzy Institute, referência nacional em tratamento capilar — onde hoje atua também como preceptora da pós-graduação, acompanhando a formação de outros médicos na técnica.
Na Clínica Hubner, dedica-se à saúde capilar: avaliação da queda, investigação da causa e, quando há indicação, o transplante. A escolha por concentrar a atuação nessa área não é acaso — é o que permite acompanhar cada caso do diagnóstico ao fio nascido.
Antes de qualquer procedimento, uma pergunta define tudo: a área doadora comporta o que a região a ser preenchida precisa? Neste vídeo, a Dra. Julia explica o que ela avalia na consulta — a densidade da área doadora, o estágio da queda e o que é possível alcançar em cada caso.
Menos de dois minutos, direto ao ponto.
Transplante capilar não começa na sala cirúrgica. Começa entendendo por que o cabelo caiu — porque tratar a causa é o que impede que a área ao redor do enxerto continue rareando.
Consulta médica com exame do couro cabeludo, história da queda e, quando necessário, exames complementares para identificar a causa.
Desenho da linha frontal diretamente no seu rosto e cálculo do número de folículos, a partir do que a área doadora comporta.
Extração e implante folicular em ambiente cirúrgico, com a anestesia conduzida por médico anestesista e a equipe assistente monitorizando o paciente durante todo o ato.
Retornos programados para acompanhar a cicatrização, o repouso folicular e o crescimento, que se completa ao longo dos meses seguintes.
O teste do pente: a linha implantada passada sob a luz, para mostrar a direção com que cada fio nasce e a densidade que preenche a testa. É onde se vê se o resultado engana o olho.
O transplante é um procedimento longo e minucioso. Dentro do centro cirúrgico, cada folículo é selecionado e implantado individualmente — fio a fio — respeitando o ângulo, a direção e a densidade que fazem a linha parecer natural. A qualidade do resultado depende dessa paciência: de quanto tempo cada enxerto passa fora do corpo e de quantas mãos treinadas estão na sala.
Aqui o procedimento é sempre acompanhado por um médico anestesista, ao lado da equipe assistente. Não é só anestesia local aplicada às pressas: é um profissional dedicado cuidando do seu conforto e da sua segurança durante todo o ato.




Mais do que realizar o transplante, a Dra. Julia forma outros médicos na técnica. Como preceptora, conduz aulas práticas dentro do centro cirúrgico para colegas de todo o país — o tipo de domínio que só se ensina quando já se pratica em alto nível.
Casos reais de pacientes da clínica, com autorização de uso de imagem. Cada resultado é individual — a evolução varia conforme as características de cada pessoa.




A naturalidade depende de três decisões técnicas: o desenho da linha frontal, a angulação com que cada folículo é implantado e a distribuição da densidade. Uma linha reta demais, muito baixa ou com fios saindo em ângulo errado entrega o procedimento — mesmo com bom número de enxertos. É por isso que o planejamento é feito no seu rosto, e não sobre um padrão.
Na técnica FUE os folículos são extraídos um a um, sem retirada de faixa de couro cabeludo. Não há cicatriz linear na região doadora. Restam microcicatrizes puntiformes, que ficam cobertas pelo cabelo da própria área.
A anestesia é conduzida por um médico anestesista dedicado, que acompanha o paciente durante todo o procedimento — o que torna a experiência mais tranquila e confortável do que a maioria das pessoas imagina. O paciente permanece acordado e confortável ao longo do ato. No pós-operatório costuma haver sensibilidade e inchaço nos primeiros dias, controlados com a medicação prescrita.
Os fios transplantados caem nas primeiras semanas — isso é esperado e faz parte do ciclo. O folículo permanece vivo e reinicia o crescimento em alguns meses. O resultado vai se formando progressivamente ao longo do primeiro ano, e é por isso que o acompanhamento programado faz parte do tratamento.
Não. O transplante depende de uma área doadora com densidade suficiente e de a queda estar estabilizada ou sob controle clínico. Há causas de queda que precisam ser tratadas antes — e casos em que o transplante não é a conduta indicada. Definir isso é justamente o papel da consulta de avaliação.
Depende da extensão da área a ser tratada e do comprimento do seu cabelo. Em muitos casos a raspagem se limita à área doadora. Isso é definido no planejamento, antes do dia do procedimento.
A consulta define se há indicação, qual a causa da queda e o que é possível alcançar no seu caso. É a partir dela que qualquer plano é montado — inclusive a decisão de não operar.
Como a Dra. Julia costuma dizer: tempo é cabelo. Quanto antes a queda é investigada, mais área doadora se preserva.