Um transplante bem feito não chama atenção para si. Ele desaparece dentro do rosto: o desenho respeita a sua idade, a densidade acompanha o que já existe e o fio nasce na direção certa. Na Clínica Hubner, o transplante capilar é conduzido por médicos, em centro cirúrgico e com a técnica FUE sem raspar — para que você volte à rotina com discrição.
Extração folicular unitária que, na maioria dos casos, dispensa raspar a cabeça — você preserva o cabelo e retorna à rotina com discrição.
Os transplantes são realizados em centro cirúrgico, com médico anestesista dedicado ao conforto e à segurança do paciente durante todo o procedimento.
Além do capilar, transplante de sobrancelha e de barba: procedimentos delicados que poucos profissionais dominam.
Dois médicos dedicados à saúde capilar — do diagnóstico da queda ao fio nascido. É essa combinação de investigação clínica e técnica cirúrgica que sustenta um resultado natural e duradouro.
Médico formado pela UFES, com pós-graduação em Tricologia Médica e Transplante Capilar e Fellow em transplante de sobrancelha pela técnica Long Hair.
Mais de 600 cirurgias realizadas e professor de pós-graduação, formando outros médicos na técnica. Realiza transplante capilar, de sobrancelha e de barba, com a técnica FUE sem raspar — sempre com foco em naturalidade e evidência científica.
Médica com pós-graduação em Dermatologia. Sua formação em transplante capilar e de sobrancelha foi feita no Hairzy Institute, referência nacional em tratamento capilar.
Atua também como preceptora da pós-graduação, acompanhando a formação de outros médicos na técnica. Dedica-se à saúde capilar: investigação da queda, tratamento clínico e, quando há indicação, o transplante.
Na maioria das técnicas, é preciso raspar a cabeça antes da cirurgia. Aqui, o transplante FUE pode ser feito sem raspar: os fios são extraídos e implantados preservando o cabelo ao redor. Você sai do procedimento com aparência discreta e volta ao dia a dia sem precisar anunciar que fez.
Sem raspar · retorno discreto à rotina
Transplante não começa na sala cirúrgica. Começa entendendo por que o cabelo caiu — porque tratar a causa é o que impede que a área ao redor do enxerto continue rareando.
Consulta médica com exame do couro cabeludo, tricoscopia e história da queda, para identificar a causa e definir a conduta certa para o seu caso.
Desenho da linha do cabelo — ou do traço da sobrancelha e da barba — diretamente no seu rosto, e cálculo dos folículos a partir do que a área doadora comporta.
Extração e implante folicular, fio a fio, em centro cirúrgico, com a anestesia conduzida por médico anestesista — pela técnica FUE, que na maioria dos casos dispensa raspar a cabeça.
Retornos programados para acompanhar a cicatrização, o repouso folicular e o crescimento, que se completa ao longo dos meses seguintes.
Antes de qualquer procedimento, uma pergunta define tudo: a área doadora comporta o que a região a ser preenchida precisa? Neste vídeo, a Dra. Julia explica o que avalia na consulta — a densidade da área doadora, o estágio da queda e o que é possível alcançar em cada caso.
Direto ao ponto, em poucos minutos.
O transplante é um procedimento longo e minucioso. Dentro do centro cirúrgico, cada folículo é selecionado e implantado individualmente — respeitando o ângulo, a direção e a densidade que fazem o resultado parecer natural. A qualidade depende dessa paciência: de quanto tempo cada enxerto passa fora do corpo e de quão treinada é a mão que implanta.
Aqui o procedimento é realizado em centro cirúrgico, com médico anestesista dedicado acompanhando o paciente. Não é anestesia aplicada às pressas: é um profissional cuidando do seu conforto e da sua segurança durante todo o ato.
Transplante de sobrancelha e de barba exige mão fina: fios delicados, ângulos quase rentes à pele e um desenho que respeita a expressão do rosto. Um milímetro fora muda o olhar.
São procedimentos que poucos profissionais dominam — e um dos diferenciais da equipe, com o Dr. Stéfano, Fellow em transplante de sobrancelha pela técnica Long Hair. O mesmo cuidado com a naturalidade que orienta o capilar guia aqui cada fio implantado.
Casos reais de pacientes, com autorização de uso de imagem. Cada resultado é individual — a evolução varia conforme as características de cada pessoa.





A naturalidade depende de três decisões técnicas: o desenho da linha, a angulação com que cada folículo é implantado e a distribuição da densidade. Uma linha reta demais, muito baixa ou com fios saindo em ângulo errado entrega o procedimento — mesmo com bom número de enxertos. É por isso que o planejamento é feito no seu rosto, e não sobre um padrão.
Na maioria dos casos, não. A técnica FUE sem raspar permite extrair e implantar os folículos preservando o cabelo ao redor, para que você mantenha a aparência e volte à rotina com discrição. Em áreas mais extensas, pode ser necessário raspar apenas a região doadora. Isso é definido no planejamento, antes do dia do procedimento.
Na técnica FUE os folículos são extraídos um a um, sem retirada de faixa de couro cabeludo. Não há cicatriz linear na região doadora. Restam microcicatrizes puntiformes, que ficam cobertas pelo cabelo da própria área.
Sim. Além do transplante capilar, a equipe realiza transplante de sobrancelha e de barba — o Dr. Stéfano é Fellow em transplante de sobrancelha pela técnica Long Hair. São procedimentos mais delicados, com fios finos e ângulos específicos, e seguem o mesmo princípio de naturalidade do capilar.
A anestesia é conduzida por um médico anestesista dedicado, que acompanha o paciente durante todo o procedimento — o que torna a experiência mais tranquila e confortável do que a maioria das pessoas imagina. O paciente permanece acordado e confortável ao longo do ato. No pós-operatório costuma haver sensibilidade e inchaço nos primeiros dias, controlados com a medicação prescrita.
Os fios transplantados caem nas primeiras semanas — isso é esperado e faz parte do ciclo. O folículo permanece vivo e reinicia o crescimento em alguns meses. O resultado vai se formando progressivamente ao longo do primeiro ano, e é por isso que o acompanhamento programado faz parte do tratamento.
Não. O transplante depende de uma área doadora com densidade suficiente e de a queda estar estabilizada ou sob controle clínico. Há causas de queda que precisam ser tratadas antes — e casos em que o transplante não é a conduta indicada. Definir isso é justamente o papel da consulta de avaliação.
A consulta define se há indicação, qual a causa da queda e o que é possível alcançar no seu caso. É a partir dela que qualquer plano é montado — inclusive a decisão de não operar.
Quanto antes a queda é investigada, mais área doadora se preserva. O melhor momento para avaliar é agora.